terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Artigo- FAMÍLIA E ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DESSA RELAÇÃO PARA O SUCESSO DA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO DO MEU ARTIGO

Elaborar o artigo científico foi um desafio enorme para mim, e que, no inicio, pareceu quase impossível. Não sabia qual tema escolher, e quando escolhi, não conseguia delimitar sobre o assunto.
Após resolvido esses impasses, comecei a pesquisar sobre o assunto, a relação entre a família e a escola para a educação das crianças. Comecei então a fazer leituras e mais leituras sobre o tema e selecionar os teóricos que iriam dar embasamento ao meu artigo.
Os vídeos e textos disponibilizados pela professora da disciplina e também pela professora da Sala de Português foram muito importantes e colaboraram muito para a conclusão da escrita. Muitas foram as dificuldades e, por vezes, a vontade de desistir, porém, segui firme e consegui finalizar meu artigo.
Para contribuir e embasar a escrita do meu artigo utilizei os pensamentos e estudos dos autores a seguir:
Cynthia Bisinoto Evangelista Oliveira e Claisy Maria Marinho- Araújo, que falam sobre a família, sua primeira constituição, a inserção de seus valores, o surgimento de novas modelos familiares, além do tradicional e os efeitos dessas transformações na vida das crianças.
Neste sentido, atualmente, as crianças podem estar inseridas nos mais variados arranjos familiares.  Cabendo a estes um papel relevante na formação inicial dos indivíduos para que estes possam se tornar sujeitos capazes de relacionarem com o mundo a partir de sua localização na estrutura social (OLIVEIRA E MARINHO-ARAÚJO, 2010).

Ainda falando dessas modificações na vida das crianças, utilizei as falas de Luana Rocha dos Santos-Santos e de José Pedro Toniosso, que dizem o seguinte:

Modificações importantes também foram sofridas nos tratamentos dedicados as crianças no decorrer da história. Consoante Santos e Toniosso (2014) até meados do século XVII, crianças eram vistas como adultos em miniatura e estavam expostas a tudo o que os adultos participavam. Com o decorrer do tempo esta visão foi aos poucos sendo modificada, passando a sociedade a ver essa primeira fase etária como digna de atenções específicas.

Outra contribuição importante para a escrita do texto é de que:

(...)  o processo de escolarização é diferente para cada uma das classes sociais, embora a ideologia tente mostrar que é o mesmo. A classe empresarial recebe uma escolarização que lhe permite obter os conhecimentos necessários para o seu exercício de classe dirigente. A classe trabalhadora passa por uma rede de escolarização que lhe possibilita apenas exercer um trabalho disciplinado dentro de sua condição de classe dirigida (MEKSENAS, 1990, p.136 apud SANTOS E TONIOSSO, 2014, p. 125).
As autoras Ana da Costa Polonia e Maria Auxiliadora Dessen também foram fundamentais ao falarem sobre a importância da relação família-escola na formação dos cidadão, complementando que:


Uma de suas tarefas mais importantes, embora difícil de ser implementada, é preparar tanto alunos como professores e pais para viverem e superarem as dificuldades em um mundo de mudanças rápidas e de conflitos interpessoais, contribuindo para o processo de desenvolvimento do indivíduo (DESSEN,POLONIA, 2007 p.25)

Utilizei também referências dos autores Ana Merces Bahia Bock; Odair Furtado;  Maria de Lourdes Trassi Teixeira; da Constituição da Republica Federativa do Brasil; Maria Pinheiro Zanzarini; Isabel Parolin e Sônia Maria Pinheiro Ferro Yoshida, todos foram fundamentais para a conclusão da minha escrita do artigo.

Referências:

BOCK Ana Merces Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi.
Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999

BRASIL, Constituição da Republica Federativa do. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.

DESSEN, Maria Auxiliadora; POLONIA, Ana da Costa. A família e a escola como contextos de desenvolvimento humano. Paidéia (Ribeirão Preto) [online]. 2007, vol.17, n.36, pp. 21-32. ISSN 0103-863X. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/paideia/v17n36/v17n36a03.pdf

OLIVEIRA, Cynthia Bisinoto Evangelista, MARINHO-ARAÚJO Claisy Maria. A relação família-escola: intersecções e desafios,  Estudos de Psicologia I Campinas I 27(1) I 99-108 I janeiro - março 2010

PAROLIN, Isabel. Professores formadores: a relação entre a família, a escola e
a aprendizagem. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2010.

SANTOS, Luana Rocha dos Santos; TONIOSSO José Pedro  A importância da relação escola-família Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 1 (1): 122-134, 2014.

ZANZARINI, Maria Pinheiro; YOSHIDA, Sônia Maria Pinheiro Ferro . A Importância da Família, Aprendizagem e escola. Revista Educação e Linguagem (Online), Cuiabá, p. 01 - 20, 01 jun. 2010.
Link para acesso da postagem em meu blog: http://jaiarapedagogia.blogspot.com.br/









 

domingo, 29 de janeiro de 2017

Memórias da infância!

 
Relembrando minha infância!!


Adorei a ideia de recordar uma das melhores fases da vida do ser humano, a infância! E achei muito legal saber como foi uma parte da infância de cada um dos meus colegas. Revivi um pedacinho da minha em cada compartilhamento.
Desde criança, e até os dias de hoje, sempre fui muito elétrica, e por isso, adorava brincar, correr e me sentir livre pra ser o que eu quisesse.
Nos meus primeiros anos de vida, pra ser mais exata, ate os meus quatro anos e meio, morava em uma casa com meus pais e meu irmão mais velho. E na vizinha tinha muitas outras crianças para brincar, seja na rua ou na casa de alguém.
As brincadeiras eram as mais diversas e criativas possíveis. Tinham as mais conhecidas como por exemplo, o pula-corda, pique-esconde, rouba-bandeira, elástico, casinha, boneca , etc. Mas, gostávamos de inovar também. E para isso, contávamos com a ajuda do meu saudoso pai, que construiu uma casinha, simples, mas que para mim foi a melhor mansão que já morei. Aquele espaço era meu castelo, meu escritório, minha sala de aula, meu esconderijo secreto , meu paraíso!
Depois de um tempo, com o nascimento do meu irmão mais novo, nos mudamos de casa, e no novo endereço , meu irmão e eu éramos as únicas crianças. Mas não pensem que isso nos deixava triste. Nos divertíamos bastante e dividíamos o tempo de brincar entre as brincadeiras que eu queria e as dele, porque gostávamos de brincar juntos. É claro que ele não ficava muito satisfeito quando eu resolvia brincar de boneca ( kkkkk), não achava legal ter que ser o pai e colocar as filhinhas ( bonecas) pra dormir. A sorte dele é que eu gostava de brincar mesmo na rua!
Tinha também a companhia da mãe , que quando termina os afazeres domésticos sentava comigo na minha mansão, ( Isso mesmo! Com a mudança, meu pai construiu outra casinha pra mim, no endereço novo!)
Quando meu pai chegava do serviço, sempre tirava um tempinho para brincar conosco, nos ensina e ajudava a construir pipas, a subir em árvores, caça ao tesouro, que era sempre algo delicioso que ele trazia para nós e que mesmo não encontrando, ganhávamos do mesmo jeito. Era a maior festa e um jeito de passarmos mais tempo em família.
Nas férias, os netos da minha vizinha costumavam vir para a cidade. Já dá pra imaginar a algazarra que fazíamos! Acordávamos cedinho porque eles já levantavam e vinham tomar café na minha casa, e depois, só nos separávamos na hora de tomar banho e dormir.
No início meu pai não gostava muito, porque só tinha meninos e ele ficava com ciúmes de mim ou medo de que me machucasse, Mas logo depois se acostumou e só me pedia pra tomar cuidado.
Adorávamos escorregar nos montes de areia compactados que haviam colocado no lote vago em frente minha casa para a construção da igreja. Chegávamos em casa todos ralados e com as roupas destruídas( kkkk).
Na escola não era diferente. As professoras sempre traziam jogos educativos para as aulas, tínhamos bingo com premiação, e também as brincadeiras ao ar livre, que como já falei, eram as minhas preferidas! Nunca fui muito boa em jogos que exigem concentração.
É importante que os professores estimulem as crianças á brincar. As brincadeiras, principalmente as coletivas, ajudam muito no desenvolvimento físico e pessoal da criança. Estimulam no convívio social, na existência das regras, na socialização em geral.
Quando vejo as crianças hoje em dia focadas apenas em jogos e brincadeiras eletrônicas, sinto um certo pesar, por ver que eles estão perdendo a melhor fase da vida, onde você constrói e modela uma forma de vida. É na infância que você realiza os seus sonhos, pois você é livre e pode ser o que você quiser.

Obrigada pela visita! Aproveite para relembrar a sua infância!




Link da imagem: https://fernandabahia74.wordpress.com/tag/brincadeiras-de-criancas/

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Compreendendo e interpretando as charges



Atividade V - Unidade 3
Medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa.

Faça uma análise das charges abaixo e liste informações, conceitos entre outros pontos importantes a cerca do estudo de medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa por você evidenciados.

A)
    


   
A análise dessa charge pode ser feita com base nas medidas convencionais e não-     convencionais. De acordo com os personagens da charge, sugerem utilizarem sapatos para fazer a medição da mesa, porém, percebem que cada sapato possui um tamanho diferente. Poderiam, para resolver esse impasse, utilizar todos os sapatos disponíveis para medir a mesa, depois utilizar uma régua/ fita métrica para fazer a medição, e também medir o tamanho de cada sapato usado, comparando assim, as diferenças encontradas em cada medição.

B) 

Notamos nessa charge o uso de questões relacionadas ao volume, capacidade, quantidade de medidas de diferentes tipos de embalagens.

C)

Nessa charge, o que está sendo mostrado é a questão do perímetro, área, distância e comprimento.



domingo, 11 de setembro de 2016

Criando um jogo

''Jogo do ABC''

Faixa etária: Crianças a partir dos 6 anos de idade.

Objetivos: Trabalhar o reconhecimento das letras;
- Explorar a associação entre letra e objetos;
- Estimular o respeito a regras (socialização);
-Desenvolver a leitura e a escrita;
-Exercitar e reforçar o aprendizado através do jogo.

Material necessário:
- Caixa com tampa;
- Alfabeto confeccionado em papel cartão colorido;
- Folhas A4
-Lápis de escrever
-Quadro-negro e giz para fazer a marcação dos pontos das equipes.

Como jogar:
O professor deverá dividir a turma em duas equipes (exemplo: ‘’A’’ e ‘’B’’), podendo as crianças ficarem sentadas em suas carteiras ou fazendo dois círculos e sentando-se no chão.
O professor fará no quadro a representação do nome das duas equipes para que o placar seja marcado durante as rodadas. E em seguida, distribuirá uma folha A4 e um lápis para cada equipe ir escrevendo os nomes dos objetos que forem sendo citados.
Feito isso, será escolhido um representante de cada equipe para verem quem começará o jogo, podendo essa escolha ser sorteada utilizando o ‘’par ou ímpar’’. A equipe da criança vencedora começará a brincadeira.
A professora passará a caixa contendo as letras do alfabeto pela primeira equipe que deverá retirar, sem olhar dentro da caixa, uma letra. Depois, os participantes da equipe deverão discutir entre si e falar o nome de um objeto, ou fruta, de acordo com a dica sugerida pela professora.

Quando a equipe falar a palavra, as duas equipes deverão escrever em suas folhas o nome do objeto dito.
E assim, a professora fará o mesmo procedimento com a outra equipe, podendo decidir o número de rodadas (exemplo: 5 rodadas por equipe), ou até que acabem todas as letras do alfabeto.
Se a equipe demorar muito para responder, poderá ser feita uma contagem, decrescente, á partir do cinco, expirando assim o tempo da equipe e passando a vez para a próxima.
A equipe vencedora será a que conseguir fazer a maior pontuação.
Em caso de empate, poderá ser utilizada a escrita das palavras. A equipe com o maior número de acertos sairá vencedora do jogo.

Referências:


Anexos das imagens da confecção da caixa: 






terça-feira, 31 de maio de 2016

Observações da aula presencial do dia 30/04/2016!


Aula Presencial do dia 30/04!

No dia 30/04 tivemos uma aula presencial com a professora Selma Resende sobre a disciplina de Planejamento Educacional, onde nos foi mostrado, a partir dos slides disponibilizados pela professora Gláucia Soares Barbosa, o que é o planejar e qual a sua importância, principalmente voltado á educação e á formação do pedagogo.
Foi apresentado por ela, quais seriam os conteúdos das unidades que iríamos trabalhar.
Num momento de debate, discutimos a diferenciação entre plano de aula e plano de ensino. Já imaginávamos que teríamos alguma atividade sobre essa diferença. E realmente tivemos  (risos).
Com tudo que nos foi apresentando, pudemos perceber a importância de se planejar, seja qual for o setor de nossa vida.
O planejamento nos permite seguir uma direção traçada, contribuindo para o êxito do que é esperado por nós.
Nunca tive a oportunidade de participar, ativamente, de nenhum projeto pedagógico, afinal, a minha atual profissão não se enquadra na área.
De toda forma, percebo que, quando se planeja um objetivo, chegar á conclusão e obtenção positiva dos resultados se torna uma trajetória mais segura e confiável.




domingo, 1 de maio de 2016

A atuação do Pedagogo no campo da Educação Não-Escolar

Pedagogia Hospitalar

                 ( Link imagem:http://classehospitalarhicf.blogspot.com.br/)

A Pedagogia permite ao profissional uma enorme gama de campos para atuação.
Antigamente, e talvez até nos dias de hoje, o pedagogo era visto, erroneamente, como somente professor de sala de aula.
Porém, sabemos que a Pedagogia tem competências para inúmeras outras áreas, como por exemplo: a Pedagogia Empresarial, em Ong’s, na área de comunicação, hospitalar, dentre outras.
Compartilharei aqui uma matéria retirada do site Web artigos sobre uma dessas áreas de atuação do pedagogo, a Pedagogia Hospitalar.

Pedagogia Hospitalar: a atuação do pedagogo em instituições não escolares.

A pedagogia hospitalar é um ramo que une ensino e saúde. É ainda pouco conhecida, existindo poucos estudos sobre o tema. Consiste em oferecer atendimento escolar às crianças e adolescentes em hospitais, quando pelo motivo de uma internação, são impedidas de frequentar classes regulares. Seu intuito é de que não haja interrupção nos processos de aprendizagem, portanto é um auxílio prestado aos enfermos que estão em processo de alfabetização.
A hospitalização na infância pode restringir a convivência social da criança, afastando-a do ambiente familiar, dos brinquedos e dos amigos e principalmente das oportunidades sociais e pedagógicas oferecidos pela a escola e isso pode alterar seu desenvolvimento social e pessoal. Assim para evitar que a criança hospitalizada tenha a sua escolaridade interrompida ou que seja prejudicado na conclusão do seu estudo, o Ministério da Educação por intermédio da Secretaria Nacional da Educação Especial, propiciou o atendimento educacional dessas crianças nos hospitais.
Para Fonseca (1999b):

"As classes hospitalares dão continuidade ao ensino das atividades pedagógicas da escola de origem da criança e/ou operam com temas próprios de cada faixa etária, levando as crianças ou adolescentes a sanarem dificuldades de aprendizagem e/ou à oportunidade de aquisição de novos conteúdos, além de organizarem intervenções pedagógico-educacionais não propriamente relacionadas à experiência escolar de origem das crianças e adolescentes, mas que dizem respeito às suas necessidades coletivas do grupo atendido" (p.36).


A classe hospitalar possui algumas especificidades que a diferencia das classes regulares, como: a rotatividade de alunos, rotina diária, fragilidade emocional em função do estado clínico; neste sentido, é necessário adequar-se às exigências e necessidades da criança.
Através das práticas pedagógicas e a ludicidade, a classe hospitalar busca socializar o paciente humanizando o seu tratamento, para que estabelecido possa se reintegrar ao mundo exterior se adaptando com maior facilidade após o processo de internação. Segundo Amaral e Silva (2007):

"Educar significa utilizar práticas pedagógicas que desenvolvam simultaneamente a razão, a sensação, o sentimento e a intuição e que estimulem a integração intercultural e a visão planetária das coisas, em nome da paz e da unidade do mundo. Assim, a educação além de transmitir e construir o saber sistematizado assume um sentido terapêutico ao despertar no educando uma nova consciência que transcenda do eu individual para o eu transpessoal."

O trabalho do pedagogo no hospital é muito importante, pois atende as necessidades psicológicas, sociais e pedagógicas das crianças e jovens. Ele precisa ter sensibilidade, compreensão, força de vontade, criatividade, persistência e muita paciência se quiser atingir seus objetivos.
O pedagogo deve ter seus olhos voltados para o todo, tendo como objetivo o aperfeiçoamento humano, construindo em sua prática uma nova consciência onde a sensação, o sentimento, a interação e a razão valorizem o individuo. Sendo assim o tutor global da criança para que ela faça seus tratamentos de saúde sem esquecer as suas necessidades pessoais.
Referência:

http://www.webartigos.com/artigos/pedagogia-hospitalar-a-atuacao-do-pedagogo-em-instituicoes-nao-escolares/62344/ (Acesso em 30/04/2016 as 23:21)

http://classehospitalarhicf.blogspot.com.br/ (Acesso em 30/04/2016 as 23:30)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Linguagem Matemática e Linguagem Materna


Tomando base nos estudos feitos sobre a Metodologia da Matemática, utilizando os vídeos, textos e artigos indicados para reflexão, percebemos que a matemática é uma ciência que interessa a todos, pois estuda as relações e tem o papel fundamental de um instrumento de análise e previsão.
Aprender matemática, assim como o processo de alfabetização e letramento, também envolve muita leitura e compreensão. Essa alfabetização matemática é tida como uma possibilidade de leitura mais ampla do mundo.
Na matemática não existe muita diferença entre o numeramento e a alfabetização matemática, como existe na alfabetização e letramento da língua materna. Na prática, o ensino da matemática busca desenvolver meios sociais na leitura e escrita no âmbito dos conceitos matemáticos.
A linguagem matemática e a linguagem natural estão presentes em todas as áreas do conhecimento. Elas constituem condições, possibilidades de resolução de problemas, com sues instrumentos próprios de expressão e comunicação.
É necessário então, que a compreensão da nossa língua materna esteja atrelada a linguagem matemática, assim, uma dará o devido suporte á outra.
Referência: